A Papel do Mato Oficina Tipográfica é uma editora independente de livros e plaquetes artesanais. Nossas edições com tiragem limitada utilizam design aplicado à tipografia. Integramos a Red Latinoamericana de cultura gráfica – RED-CG.

 

Em nossa loja você também encontra livros da nossa parceira Papaterra Editora e outros impressos. 

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O projeto de inventário e catalogação do acervo da Papel do Mato - Oficina e Espaço de Memória Gráfica contemplado com o recurso da Lei Aldir Blanc é uma ação de educação e preservação do Patrimônio Gráfico com objetivo primeiro de difundir a sobrevivência da cultura gráfica através da manutenção e preservação do espaço e do acervo material presente no local. 

A Oficina Papel do Mato possui provavelmente, hoje no Estado, o maior acervo tipográfico reunido com mais de 90 tipos diferentes, máquinas, guilhotina, acabamento e espaço para formação através da Biblioteca Rural do Instituto Caracol.
Este trabalho hoje está integrado a Red Latinoamericana de Cultura Gráfica que envolve pesquisa e produção em dez países desde o México e mais de setenta iniciativas de preservação gráfica. 

Disponível em versão digital e impressa, o catálogo apresenta a história da criação da Papel do Mato Oficina Tipográfica e possibilita a ampliação à oportunidade de acesso público ao rico acervo presente em nosso espaço que traz, em sua concepção, uma proposta de preservação da memória gráfica pautada no presente, afirmando o caráter ativo deste patrimônio gráfico com a reativação dos equipamentos adquiridos, colocados em movimento através de publicações tipográficas, workshops e visitas integradas às ações educativas. 

 

"Projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei nº 14.017/2020) no município de Rodeio”.

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O projeto CHIAPPAS reúne afetos e história impresso à mão. Trata-se fundamentalmente de uma ação que envolve a ideia de herança e patrimônio. Uma plaquete tipográfica composta com um poema escrito pelo pai para o filho que a ilustra depois de anos. O fluxo das águas no rio do poema reúne afluentes que correm temporalidades distintas, mas que se unem no fim do poema, no meio das vidas como lemos no último verso que “bonito é amar os dois lados”. O poema é herdado pelo filho que traz ao público através de um trabalho manual, do mesmo modo como foi escrito o texto original. A edição ganha xilogravuras, colagem, uso de tipos móveis e impressão tipográfica. Une-se dessa maneira um projeto editorial patrimonial que leva em consideração etimologia, arte e afeto. Patrimônio gráfico para imprimir a palavra do pater, a mesma que contribui para nascer o filho e que inaugura o patrimônio, que faz o rio buscar a foz, na pororoca do encontro com os leitores, outros leitos para vazar este poema.

"Projeto viabilizado por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei nº 14.017/2020) no município de Rodeio”.

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